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terça-feira, 17 de junho de 2008

Sabor Autêntico


Simplesmente gosto tanto da maneira como são captados os sentimentos. A câmara trespassa a pele, a alma, e suga a mood necessária. Um dos melhores anúncios portugueses que vi ultimamente, em versão Director's Cut. Zé Pedro conseguiu surpreender-me, mesmo numa área considerada potente em Portugal.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Fantasia em 2007

Na altura em que a sétima arte se afoga em adaptações fantásticas, como se numa necessidade fútil de se ultrapassar umas às outras, uns aos outros em mérito, há muitas que se lançam aos esquecimento e outras que serão sempre relembradas.

Tenho tentado andar informada quanto ao processo legal entre a New Line Cinema e Peter Jackson, por razões já explicadas anteriormente, e ao que parece essa situação foi contornada e os ressentimentos esquecidos, ou pelo menos por agora.

Em 1976 quando o produtor Saul Zaentz tomou a adaptação, o mesmo que produziu One Flew Over the Cuckoo's Nest e The English Patient, não se imaginava sequer que o seu primeiro passo viesse de facto a ser da envergadura que acabou de ser, a ponte para um mega sucesso de bilheteiras e uma imortalização do género fantástico como um género de constantes evoluções. Vinte e dois anos depois a New Line fez provavelmente a melhor decisão de todas ao comprar os direitos sobre o franchise da adaptação, e claro, entregar a produção nas mãos de Peter Jackson foi provavelmente a sua segunda melhor decisão. Mas não foi muito mais tarde que o desegrado foi lançado em torno dos números à volta da trilogia, e um caso foi aberto e estendido durante meses. Vinte e um meses depois de Jackson processar a companhia, esta põe um ponto final nas suas relações profissionais afirmando que não iria requirir os seus serviços e que a procura de um realizador para a adaptação da prequela d'O Senhor dos Anéis estava lançada. Nos meses que se seguiram a tensão entre as duas entidades não se alterou, e foram nomeados possíveis realizadores para nos trazer a adaptação da prequela. Raimi e Del Toro foram e são as escolhas que deram lugar a maior conversação, no entanto ainda havia uma quase certa certeza que o iriam entregar a Jackson. A prova que os desentendimentos se dissiparam chegou quando nomearam Jackson produtor executivo (o quê?) com responsabilidade sobre todos os aspectos creativos do projecto, incluindo realizador, escritor e elenco.

O elenco tendo já dado a sua opinião quanto ao assunto, quanto ao problema e quanto ao caso legal aberto entre Jackson e New Line, afirmaram ainda gostarem de poder vir a ser parte do The Hobbit, regressa á Terra Média novamente, entre eles o hobbit Elijah Wood, no segundo filme que nos trazerá os 50 anos entre a descoberta do anel e a guerra que se inicia em The Fellowship of the Ring, e os feiticeiros Christopher Lee e o imprescindível nesta adaptação Ian McKellen.

No entanto já entrámos em 2008 e ainda não há realizador. Três anos depois de tudo começar, e para meu desespero, a única certeza que temos neste momento é que Peter Jackson se vai manter no gabinete de produção. Se bem que eu tenho uma esperançazinha aberta dentro de mim...Algo me diz que ainda veremos "Directed by Peter Jackson" no grande ecrã. O projecto diz-se estrear em 2009 e 2010 respectivamente.

Quanto ao mundo do feiticeiro menor de idade, Harry Potter, parece que 2007 foi um ano em cheio para Yates e para o trio maravilha que se tem também integrado em projectos distintos do mundo de Rowling, citando apenas um: Equus, com Radcliffe despido de qualquer tabu, no verdadeiro sentido da palavra.

Ocupando o top dos filmes mais vistos do ano que passou, batendo records de bilheteira, a última adaptação até à data foi inundada por comentários como "Once again, the series has produced a winner: an intriguingly complex, visually dazzling, multilayered fantasy-adventure of the first order" ou "Not just a ripping yarn but a powerful, poignant coming-of-age story" foram a confirmação para a realidade que se verificou posteriormente; a de que foi o filme mais visto por muitos países.

No entanto o ano foi também marcado pelo fim dos livros, o fim que se muitos ansiavam outros só queriam que não viesse. Faço claro parte do último grupo de pessoas que viu o fim chegar com cara triste, e um sentimento estranho de perda (sendo só um livro), pois foi a saga que marcou o meu crescimento e isso senti. Mas no entanto estes anos que passaram, Harry Potter no cinema tem tido fases negras e fases brilhantes. O melhor até hoje foi, na minha opinião, trazido por Cuarón em 2004, mas Newell e Yates não estiveram mal nas suas adaptações, tendo também maiores liberdades. Assim é inevitável que os títulos que virão, os dois que faltam, sejam ansiados com maior expectativa e também com maior número de pessoas, pois os fãs dos livros numa tentativa de estender a existência de um feiticeiro herói terão de se agarrar a Yates e a quem virá depois. Sim, aqueles que evitaram os filmes também...Falo por mim.

*Possível poster para Harry Potter and the Half Blood Prince

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Peter Jackson vs. New Line

Parece que as novas notícias não são tão boas como se esperava ao fim de tanto tempo de adiar respostas e decisões, e a meu ver deitou abaixo um dos meus desejos como amante tanto de cinema como de Jackson e do seu trabalho, e de respeito por muitos dos filmes distríbuidos pela New Line Cinema. Neste compasso entrego-me a Jackson, estou do lado dele.

Não, Peter Jackson não irá realmente realizar o The Hobbit, e isso deixa-me mais triste do que há muito me lembro de ter estado. Não apenas porque acho que justiça não tenha sido feita ao a New Line se ter recusado a entregar o projecto a Jackson, mas porque sinto realmente que a única pessoa capaz de trazer a magia de Tolkien na forma de 7ª arte ser realmente ele.
Talvez possa parecer exagerado, porque ainda contamos com uns Michael Bay e Steven Spielberg e outros que nos podem muito bem trazer um bom espectáculo aos olhos, mas para mim não é uma over reaction simplesmente porque dentro de mim não cabe mais nada que um respeito enorme por Peter Jackson e pelo seu trabalho, bem como uma emoção descontrolada pela sua própria paixão pelo trabalho de Tolkien e por querer mais do que fazer bom cinema, fazer jus ao universo criado por Tolkien e que foi acima de tudo o projecto da sua vida. Não há outro capaz de camuflar o amor ao cinema por um amor de uma obra que se vai adaptar, e isso é o que diferencia Jackson de todos os outros: faz cinema para ele e para nós, e não para a sua conta bancária.
A sério, estou ainda com um nó na garganta e uma tontura pendurada em toda a minha pele por não conseguir acreditar que a New Line por questões de orgulho recusar entregar o The Hobbit, sobre o qual tem direitos cinematográficos a Peter Jackson, quando sabe tal como milhões de fãs em todo o mundo (tanto dos livros como da trilogia em cinema) que não há mais ninguém para realizar este filme e todos os outros que sejam adaptações das obras de Tolkien da Terra Média.
Acho que acima de tudo, se toda esta questão, este processar, as idas ao tribunal e toda a questão de existir um compromisso que não tenha sido cumprido como deveria de ter sido, se tudo isso foi um desrespeito à obra de Tolkien e à sua magnífica criação que é a Terra Média desde Melkor a Gollum, então ainda o é mais o facto de não entregaram a criação do The Hobbit a Jackson que é o único que ama exarcebadamente a criação de J.R.R. Tolkien. E uma raiva cresce em mim.
E está bem assente que assim irá ficar. Peter Jackson não vai realizar o The Hobbit. A mim só me apetece não ir ver o filme quando ele sair, por mais exagerado que seja. Mas por mais que pela minha paixão por Peter Jackson e por cinema seja mesmo isso que me apeteça fazer, por outro lado tenho uma outra paixão imensa aos livros de Tolkien e pela sua existência. E por respeito penso que tenho de o fazer. Mas ainda assim vou guardar, penso, esta raiva contra a New Line para sempre.
Ao que parece, Ian McKellen, o feiticeiro Gandalf na trilogia do The Lord of the Rings estava com algumas reservas em aceitar o mesmo papel no filme The Hobbit sem a presença de Jackson. Mas Jackson achou que uma coisa não deveria levar à outra por mais que compaixão, respeito e amizade estivessem no meio.

"When Peter announced he had withdrawn from The Hobbit, he sent me an e-mail saying 'Because I am not going to do it, it doesn't mean you have to do the same. Of course, you must play Gandalf, whether I direct or not'", McKellen disse à Reuters.

Assim ao que parece se a New Line e o futuro realizador do The Hobbit, que permanece sem se saber qual será, o convidassem para permanecer como Gandalf, alguns anos que antecedem a luta do anel, ele iria aceitar de bom grado.

"I suppose if I am still functioning and working well, it is very likely I would be asked to do it and if I were, I would be very pleased to do it. I am glad to read that it is looking more and more likely ... I would be disappointed if they didn't want to have the original Gandalf.", acrestou ainda.

Ao menos um pouco do legado de Peter Jackson, se se concretizar vermos McKellen no The Hobbit, ainda nos vai ser possível respirar na futura adaptação da primeira obra de Tolkien acerca da Terra Média. Quanto a mim junto-me aos milhões de fãs que guardam um grito enorme de revolta no peito, que entoarei sempre que puder. Estou triste, realmente triste. Mas cinema é assim, e não é por isso que as paixões mudam. Desilusões tornam-se forças imensas que utilizar no futuro. E no futuro as utilizarei.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Peter Jackson vs. New Line

Há já muito que deixou de ser uma questão de dinheiro, a meu ver.
Passei esta minha semana toda entregue aos bastidores de uma das melhores realizações cinematográficas algumas vez criadas, a trilogia de Tolkien, e com quase toda a certeza a melhor por ficar durante muito tempo, e isso só veio a aprofundar esta minha paixão que nasceu numa sala de cinema há seis anos atrás.
É maravilhoso encontrar a fonte de uma paixão imensa, assim desta maneira, alguns pesados anos depois de a proclamar. Porque sim, tinha aquela inclinação de saber o elenco de um determinado filme quando mais ninguém o sabia, e de em segredo ler as revistas Prémiere da minha irmã quando não tinha nem uns oito anos. Mas este sentimento de que queria fazer do cinema a minha vida passou a correr-me das veias ao coração com a estreia do trabalho de Jackson.
Por isso quando primeiro li do problema entre Peter Jackson e a distribuidora dos filmes de The Lord of the Rings, enconhi-me em curiosidade e tentei desde logo aperceber-me da profundidade da situação.
Bem, pode-se dizer que é um fosso que ao parece até agora não tem fundo á vista, ou fim possível, e portanto pode-se dizer ser de facto bastante grave. E o pior são os problemas que advém e que podem não só afectar a vida financeira do meu role model, como também a qualidade de cinema que nos chega às salas.
Ao que parece The Hobbit não nos vai ser entregue pela mão do mestre dos anéis se este problema se arrastar por muito mais tempo, e no entanto a situação continua pendente e as respostas para o público parecem quase nenhumas.
No entanto de vez em quando lá aparecem títulos como "New Hope for Jackson Hobbit Film?", ou "One "Rings" penalty to rule them all" ou outros mais arrojados e mais em tom de sátira como "Peter Jackson and New Line to Kiss and Make Up?", que nos deitam à mão umas quantas informações que, e com o perigo de serem totalmente falsas e infundamentadas ainda assim, e muito mais ultimamente, nos deixam crescer uma esperança no peito.
Eu vejo-me como um daqueles guerreiros Uruk-Hai que perseguiam a perversidade da mão branca de Saruman ao perseguir este sonho enorme de ver todos os livros alguma vez escritos por Tolkien realizados e produzidos por Peter Jackson. Mas dentro da aceitação que nem o próprio Jackson se vê a pegar sequer no Silmarilion (que deveria ser eventualmente aquele em que se pegaria a seguir ao The Hobbit), espero ardentemente que toda esta situação se resolva pelo melhor e que Jackson se ponha em Wellington rapidamente para que pelo menos em dois anos possamos ver Bilbo Baggins em acção.
De qualquer maneira, e como eu me iniciei a dizer, há muito que isto deixou de ser acerca de dinheiro. Começou sim com um equívoco financeiro, em que ao que parece Jackson afirmou que mais do 100 milhões de dólares lhe faltavam no bolso com a estreia do primeiro filme da saga, por direitos estarem fechados à equipa de produção. Ao que parece a New Line afiou as garras contra o processo judicial aberto por Jackson, e mostrou-se de sentimentos feridos ao afirmar que não iria entregar um projecto a um homem que os estava a processar, por muito que no fundo o respeito fosse exarcebado e imenso pelo trabalho até ai feito.
Portanto assim estamos, enquanto a New Line e Jackson fazem as suas visitas regulares ao tribunal, nós temos de nos ir contentando com informações incertas e um período de tempo que não parece acabar até que finalmente possamos ler "Jackson is bringing Gollum back!".
No entanto não gostei do que li num arquivo intitulado "The Lawsuit of the Rings" publicado no The New York Times em Agosto, onde se poderá ler que um dos porta-voz da New Line afirma:
Peter Jackson
is an incredible filmmaker who did the impossible on 'Lord of the Rings,' " this lawyer said. "But there's a certain piggishness involved here. New Line already gave him enough money to rebuild Baghdad, but it's still not enough for him.

A meu ver o que eles querem com isto dizer é que sim, Peter Jackson é maravilhoso como profissional mas que ao ser um profissional de sucesso, e por ser um maníaco milionário que tem recursos mais que suficientes para tirar Bagdad da guerra (queriam eles com isto dizer reconstruir famílias também que os Estados Unidos destruiram?), poderia eventualmente contentar-se com os milhares e não querer milhões. Não é já isto uma questão de perseguir um ideal, de combater o que está errado bem à maneira da Idade Média e não uma questão de somar algumas parcelas na conta bancária? Não, o ideal era Jackson vencer esta guerra como a guerra do anel foi vencida pelos bons. Afinal um homem que diz no final da sua experiência como realizador e produtor da trilogia que o que é realmente bom de se tirar destes quase 8 anos que se deram aos três projectos é a inspiração que se oferece a futuros filmmakers, passa de um realizador fantástico a uma criatura que tem sem sombra de dúvida, nem mesmo vinda de Mordor, a furnalha do Mount Doom no coração. E o The Hobbit tem de vir das suas mãos pesadas, dos seus calções e pés descalços, do cabelo desgrenhado e dos óculos enormes. Tem de vir dele, tem de ser.

domingo, 16 de setembro de 2007

Aquecimento Global em Hollywood

Mais e mais vou descobrindo links, tópicos, entrevistas que declarem a crescente preocupação (ou assim parece) da sobrevivência de um mundo como o que conhecemos hoje e não pelas evidências do que será amanhã. Porque as evidências não são reconfortantes.
Desde An Inconvenient Truth, de Al Gore, que chegou até nós um reconforto ao deparmo-nos com um burburinho acerca da questão, proclamado pelo pedestal dos pedestais dos exemplos da era moderna: os actores e que tais.
Ao que parece a mais recente figura pública a juntar a 7ª arte ao problema que devia ser preocupação de todos nós, esse tal de aquecimento global, foi nada mais nada menos que o Prince Charles, que tem em vista a projecção de um documentário acerca do ambiente contando com o suporte de Hollywood. Um artigo no The Sunday Times, revela que Charles, o "Príncipe-Verde" terá o suporte de realizadores e responsáveis dos estúdios, de forma a encaminhar o projecto, entitulado "The Harmony Project", pelo caminho certo.

"Charles vê-se a si próprio como o pai fundador do princípio da harmonia e da necessidade de desenvolvimento e está agradecido pela oportunidade que estes productores de Hollywood lhe estão a dar para ele partilhar a sua visão com uma audiência mais alargada. Ainda assim ele está alertado para o facto de que o seu desejo de falar dos danos que a raça humana está a impingir no ambiente resulta num rolo de intenso criticismo e refutação devido à sua própria preferência em veículos que bebem gasolina e jets aéreos, mas a ideia do filme foi do próprio principe.", diz uma fonte ao jornal britânico.

Ao que parece no entanto, este é apenas um dos três projectos cinematográficos que estão actualmente em desenvolvimento na Charlie and Co.
Al Gore iniciou o primeiro verdadeiro projecto acerca de aquecimento global com adaptação para o grande ecrã, que não só colou com o público norte-Americano, mas também com o Velho Continente e um pouco com todo o mundo. Al Gore foi de seguida seguido pelo projecto de Leonardo Dicaprio, The 11th Hour, que pelas críticas está fabuloso ao ponto de no final do filme todos querermos mudar o mundo e onde Dicaprio deixa os cientistas e profissionais dar voz às suas opiniões, e este é agora por sua vez seguido pelo projecto do príncipe Charles, que infelizmente não me parece que vá absorver sequer o entusiasmo para levar as pessoas a deslocarem-se até uma sala de cinema. Mas quem sabe? Eu só espero que seja um sucesso desde que seja verdade. Desde que seja uma verdade mesmo que "inconveniente". Nós precisamos de um puxão de orelhas, afinal de contas.

Mas é bom de facto depararmo-nos com um crescente entusiasmo em denotar as necessidades, em dividir as tarefas, em responsabilizarmo-nos a nós mesmos que o mundo está a enveredar por um caminho de trevas neste momento.

Morgan Freeman se apercebe do papel fundamental que Hollywood poderá eventualmente desenvolver para propagar a preocupação global e ser bem sucedido, pois uma quanta mentalidade terrena assenta hoje nos media, e a divulgação dos problemas comuns têm também hoje um maior impacto quando saiem da caixa mágica do que quando saiem dos livros ou revistas. Disse ele em entrevista à Grist Magazine:

"Grist Magazine: Os críticos acreditam que a voz das celebridades pode ajudar a espalhar este ensinamento e realidade, mas chegará um momento em que se tornará uma retórica vazia, ou até que destrua a causa?

Freeman: Todos nós, celebridades, sabemos que o nosso trunfo neste jogo é puxar atenção. Se nós temos uma audiência, e temos alguém com quem falar e dizer "Isto é uma boa ideia", então assim será.
Eu não discurso, portanto eu não vou a eventos ambientais e subo ao palco. Isto é o mais alto que eu vou chegar, palco inteligente... As celebridades começam a falar acerca de qualquer coisa que nós encontramos - eu não quero dizer de interesse, mas de necessidade. Não é diferente do que nos juntarmos para ajudar pessoas em condições de catástrofe. Isto é o mesmo. A nossa situação, com aquecimento global e qualidade do ar e tudo isso, vai ser catastrófico. De outra maneira ninguém estaria a prestar atenção."


Eu preocupo-me, mas nem sempre noto. E o notar é o mais aterrorizante. Mas depois vemos pessoas que têm tudo na mão, mas que ainda assim se preocupam com o rumo que levamos, o futuro que vamos deixar às pessoas que virão depois de nós e o coração ele próprio sorri com o calor desse incentivos. É bom acreditar num mundo melhor, assim.