De esperar? Hm, não sei. Parece-me interessante. Deixo-vos o trailer!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Possession com Gellar
De esperar? Hm, não sei. Parece-me interessante. Deixo-vos o trailer!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Brødre e Brothers
Contando com a participação de Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire para os papéis dos dois irmãos e Natalie Portman como Sarah, o filme tem data marcada de estreia para finais de 2009. A fase corrente é a de filmagem.
domingo, 11 de novembro de 2007
José Saramago no grande ecrã
Inspirado no romance do Português (será?) José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira, Meirelles adapta a história de uma mulher que é a única pessoa capaz de ver numa aldeia assolada por uma onda de súbita perda de visão. À medida que a comunidade à sua volta se vai afogando em desordem e caos, ela finge doença de maneira a poder tratar do seu marido.
Esta primeira grande adaptação de uma obra de Saramago para o grande ecrã, sendo que a primeira foi a obra A Jangada de Pedra pelo realizador francês George Sluizer (The Vanishing) e a qual não gozou de grande popularidade, vai ser então trazida pela mão do galardoado (e magnífico) Fernando Meirelles. É uma obra a esperar.
E 2008 não chega nunca?
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
"Whatever may your origins be, it is here that you origin journey ends."
O melhor de tudo? O facto de existirem teasers em mais do que uma língua, onde tudo é igual mas a pessoa e a língua alteram-se. Os teasers podem ser vistos no youtube, aqui.
O mais irritante? Não haver em Português. Deve ser porque o Português não é nem nada uma das línguas mais falada no mundo. Mas manias à parte.
Deixo-vos o trailer em inglês.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Do you speak Russian?
Parece-me a mim, ao ler o resumo do que o filme nos vai trazer, que Mischa se atirou de cabeça para um papel que a meu ver, é muito maior do que ela. Se ela mal consegue fazer de Americana como é que vai conseguir passar por Russa?
O filme chama-se Finding t.A.T.u (quem é que nunca ouviu a música "All the things She Said"?) e Mischa vai ter de contracenar com Shantel VanSanten, que sempre representou pequenos papéis. As duas vão ter de nos fazer crer que estão apaixonadas uma pela outra. Se vale a pena esperar? Não sei, não.
No filme vamos poder contar ainda com a presença das vocalistas da banda, e ainda com Anton Yelchin, o miúdo do filme Alpha Dog.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Magia a chegar
Zach Helm, o mesmo que escreveu o maravilhoso Stranger Than Fiction com Will Ferrell, traz-nos um conto de magia com a presença de Dustin Hoffman e Natalie Portman. Portman desempenha o papel de uma insegura e desconfortável responsável da loja de brinquedos mais estranha, mais fantástica e mais maravilhosa do mundo chamada Mr. Magorium's Wonder Emporium. Mas quando o dono da loja, o Mr. Magorium (Hoffman) cujos anos de vida rondam os 243, lhe oferece a gerência, coisas estranhas e negras começam a operar na até então memorável loja.
O plot não me parece ser assim tão grandioso, aliás faz mesmo lembrar o argumento de John August em Charlie and the Chocolate Factory, mas é a presença de Dustin Hoffman que me faz esperar tão genuínamente pela chegada deste filme fantástico. Até lá então, é esperar.
Fica o trailer!
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Jumper só para 2008
Encheu-me de expectativa na medida em que a ideia parece-me magnífica, com um plot engraçado e um argumento realmente criativo a meu ver (ao que me parece, quero sublinhar)pois o poder de teletransportação não é há muito pegado para cinema. Para além disso, a participação do jovem Anakin Skywalker (na verdade o actor que fez de Anakin em Star Wars, Hayden Christensen) que só nos apareceu no grande ecrã na forma de Jedi, à excepção de Shattered Glass de Billy Ray, de Life as a House de Irwin Winkler, e de um papel mais secundário em Factory Girl de George Hickenlooper, foi também um outro factor que me entregou então essa curiosidade, porque Christensen tem uma sede de representação que é boa de se ver. Ele vai subindo escadarias a cada novo papel.
Em Jumper é ele quem tem esse poder de se teletransportar, e devido a isso o poder de ter o mundo nas mãos onde milhas e quilómetros são desfeitos em pó num mero milésimo de segundo.
Mas ao que parece, este poder mesmo que ilimitado não oferece imunidade nem a quem o usa, nem ao ambiente ou a terceiros se não houver cuidado. Quando eles "saltam" deixam para trás o que pode ser chamado uma cicatriz de salto; é uma falha no tempo e no espaço que tem a aparência de fumo de um cigarro pendente no ar que pode eventualmente matar o que quer que entre em contacto com ele enquanto não se dissipa.
É aqui que Samuel L. Jackson entra em ligação com estes jumpers que até então parecem extraordinários aos nossos olhos, e introduz uma versão completamente inversa da história: os jumpers são nocivos e uma ameaça para a terra. Fazendo parte de uma antiga ordem, a sua missão é aniquilar esse grupo de super-heróis, enquanto estes são ainda novos e enquanto se encontram ainda numa fase inicial de conhecimento acerca dos seus poderes.
Deixo-vos o trailer!
sábado, 22 de setembro de 2007
Resident Evil: Extinction
Enquanto isso, ao mesmo tempo temos um cenário de um deserto de Nevada e de uma Las Vegas destruída, Carlos Olivera (Oded Fehr), L.J. (Mike Epps), e os novos sobreviventes que vão surgindo ao longo da longa-metragem K-Mart (Spencer Locke), Claire Redfield (Ali Larter) a redhair de imensa importância no jogo Code Veronica X, e que no entanto aqui é protagonizada pela actriz da série Heroes mas que nem apresenta o cabelo ruivo, e a enfermeira Betty (Ashanti) todos eles são levados a lutar para sobreviver à extinção contra os bandos de zombies esfomeados, corvos assassinos e outras criaturas que com a metamorfose do vírus-T se tornaram em criaturas de proporções e aparência desconhecidas.
Eu sou uma fã em profundidade dos jogos. Os filmes vi em parte por os Resident Evil da Capcom serem um dos melhores jogos já criados desde sempre. A primeira adaptação desiludiu-me bastante porque foi apenas uma adaptação do plot dos jogos, ou seja uma corporação que decide desenvolver uma experiência usando para isso todo o tipo de cobaias, desde cães a pessoas. Nesse contexto Alice entra como barreira à propagação do vírus que se tornou descontrolado por razões desconhecidas acabando por deixar o complexo à guarda destes esfomeados de sangue e carne. Não havia um decorrer e um desenrolar de história igual ao dos jogos, e isso fez-me baixar o olhar de desilusão. O segundo no entanto já havia muitas personagens presentes num dos jogos, entre eles Jill Valentine e o boss do jogo, o Nemesis, e a história era a mesma, ou bastante semelhante do Resident Evil: Nemesis para a primeira consola Playstation, e isso bastou para me fazer sorrir ao recordar muitos sítios, muitas salas e muitos dos acontecimentos que vivi ao jogar o jogo.
Este Resident Evil de Russell Mulcahy, por sua vez, não vai adoptar nenhum jogo em especial, mas acho que à exclusão de Alice e da enfermeira Nurse todas as outras personagens fazem a sua aparência em qualquer um dos jogos da Capcom, e por isso espero sinceramente que goste bastante desta última adaptação dos mestres de terror japonês. Eu espero, só me irrita que tenha de ser tanto.
sábado, 15 de setembro de 2007
December Boys
Parece ser acima de tudo uma verdadeira estreia de Radcliffe no grande ecrã, excluindo lá está fenómeno mirabolante do rapaz que sobreviveu de J.K.Rowling. Entre um filme recentemente estreado a nivel mundial do jovem Harry Potter, Harry Potter and the Order of Phoenix, e uma produção por vir da mesma série de filmes, Harry Potter and the Half-Blood Prince (a sexta adaptação do livro da autora), Radcliffe entrega-se ao compromisso de se demarcar mais do que um feiticeiro ao empenhar-se na adaptação do romace de Michael Noonan, December Boys.
Protagonizando Maps, Daniel Radcliffe, vai desempenhar o papel de um jovem orfão Australiano em finais dos anos 60, que abraça três amigos todos eles nascidos no mês de Dezembro. Deixando o orfanato os quatro amigos vêem-se a partilhar umas férias na costa Australiana, e cedo a ter de partilhar também os sentimentos de uma amizade eterna, mas deparando-se com tantos outros, como o da luta, o do egoísmo e da solidão. Quando os quatro ouvem um rumor de que o casal da casa para onde iriam viver essas pequenas férias estava a pensar adoptar um dos orfãos, iniciam um teste de amizade que se estende até ao limite dos limites e alianças que dificilmente serão corrompidas. Iniciam então a prova das suas vidas, quando o primeiro bocejo e sinal de uma vida em família se assola nas suas vidas, com tudo vão lutar para obterem o lugar.
O filme de Rod Hardy (Battlestar Galactica), com data de estreia marcada para os Estados Unidos ainda esta semana, está a ser ansiosamente aguardado por mim, que por um desejo qualquer sempre quis ler o romance de Noonan, mas que tendo dificuldade em o encontrar nas livrarias Portuguesas, houve a preguiça de perguntar à família se o teria ou não.
Mas acima de tudo é a falta de amor nos filmes que me faz ansiar por estes Rapazes de Dezembro, afinal todos os filmes que tenho visto ou se enchem de gargalhadas, ou de gritos, ou de balas e mais balas e explosões.
Quero amor, quero December Boys.