Mostrar mensagens com a etiqueta Previsões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Previsões. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Possession com Gellar

Sarah Michelle Gellar já nos tem vindo a habituar com os seus filmes de terror, que se uns foram minimamente bem sucedidos, a maioria foram esquecidos assim que deixaram as salas de cinema. O último, entitulado The Return realizado pelo britânico Asif Kapadia, tinha uma premissa diferente, mas que se por um lado aqueceu as esperanças de que o que veríamos irradiasse originalidade, por outro não foi por ali além e não nos trouxe muito mais do que os restantes que nos chegaram em 2006. Entrando também nos dois Grudge, Gellar faz-me lembrar a típica actriz que é sempre pegada para as adaptações de muitos dos magníficos horrores asiáticos, que acabam por ser na maioria das vezes as produções mais rentáveis de todas.

E novamente vai Sarah voltar ao seu género de representação predominante com o filme Possession, realização dos nomeados para oscar Joel Bergvall e Simon Sandquist. Possession conta a história de uma mulher cuja vida muda radicalmente quando o seu marido e o seu cunhado chocam um com o outro num acidente de carro. Tudo piora ainda mais quando Roman, o cunhado, ao acordar do seu coma insiste para quem o quiser ouvir, na verdade ser o marido de Jenna, interpretada então por Gellar.

De esperar? Hm, não sei. Parece-me interessante. Deixo-vos o trailer!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Brødre e Brothers


Com sete ponto sete pontos em dez valores totais da escala do Imdb, o filme de 2004 trazido pela mão da realizadora dinamarquesa Susanne Bier, Brødre, vai ser mais um dos filmes independentes adaptados por grandiosas produtoras Americanas.



Com o título traduzido para Brothers, vai ser inspirado na história escrita para o original. A história essa narra o caminho percorrido por dois irmãos ao longo da fase mais importante das suas vidas. Separados por um abismo negro de diferenças, Michael e Jannik vão se afastando perante o tempo que passa, as escolhas que fazem e a mentalidade una que cada um tem. Quando Michael é enviado para o Afeganistão em missão militar, e Jannik, o menos bem sucedido dos dois irmãos se encarrega de se tornar o suporte da familia que o seu irmão deixou em prol da sua missão, as coisas vão enveredar por caminhos que irão sublinhar ainda mais a sua relação, e consequentemente as suas divergências.



Com uma nomeação para a cerimónia internacional, European Film Award, a obra de Bier é agora adaptada pelo irlandês Jim Sheridan, o mesmo que nos trouxe o maravilhoso In America em 2002.

Contando com a participação de Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire para os papéis dos dois irmãos e Natalie Portman como Sarah, o filme tem data marcada de estreia para finais de 2009. A fase corrente é a de filmagem.



A minha questão é a seguinte: será Sheridan capaz de fazer deste Brothers um filme tão bom como fez em In America, ou será que a mediocridade vai reinar como reinou em Get Rich or Die Tryin'?

domingo, 11 de novembro de 2007

José Saramago no grande ecrã

Fernando Meirelles vai-nos trazer mais um projecto de luxo (com quase toda a certeza) no próximo ano 2008. Tendo sido filmado em três países distintos, o qual não podia deixar de ser Brazil, no Uruguai e no Canadá, o projecto inclui um maravilhoso elenco. Julianne Moore, Mark Ruffalo e Gael García Bernal para só citar alguns são os actores que poderemos ver em Blindness para o ano.

Inspirado no romance do Português (será?) José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira, Meirelles adapta a história de uma mulher que é a única pessoa capaz de ver numa aldeia assolada por uma onda de súbita perda de visão. À medida que a comunidade à sua volta se vai afogando em desordem e caos, ela finge doença de maneira a poder tratar do seu marido.

Esta primeira grande adaptação de uma obra de Saramago para o grande ecrã, sendo que a primeira foi a obra A Jangada de Pedra pelo realizador francês George Sluizer (The Vanishing) e a qual não gozou de grande popularidade, vai ser então trazida pela mão do galardoado (e magnífico) Fernando Meirelles. É uma obra a esperar.

E 2008 não chega nunca?
Até lá há uma espécie de diário de acompanhamento de rodagem que poderá ser lido em http://www.blogdeblindness.blogspot.com/.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

"Whatever may your origins be, it is here that you origin journey ends."

Frank Vestiel, o primeiro assistente de realização do filme que nos ocupa agora as salas de cinema Portuguesas, Ils e o segundo assistente de realização do filme Femme Fatale, vai-nos trazer agora o que parece ser um filme de terror prometedor. Eden Log é o seu nome e conta a história de um homem que acorda no fundo de uma caverna sem ter a menor ideia de como foi lá parar. Junto a ele encontra um homem sem vida. Mas ele não está sozinho...A única maneira de sair daquela caverna é escalar para a superfície através de uma série de túneis e caminhos sob a atmosfera de um estranho cemitério, abandonado por uma misteriosa organização chamada Eden Log.

O melhor de tudo? O facto de existirem teasers em mais do que uma língua, onde tudo é igual mas a pessoa e a língua alteram-se. Os teasers podem ser vistos no youtube, aqui.
O mais irritante? Não haver em Português. Deve ser porque o Português não é nem nada uma das línguas mais falada no mundo. Mas manias à parte.

Deixo-vos o trailer em inglês.



terça-feira, 23 de outubro de 2007

Do you speak Russian?


Ao que parece uma das caras da conhecida série The O.C., Mischa Barton, esteve agora a desenvolver um projecto da autoria de Roland Joffé, o mesmo que nos trouxe em 1995 o filme The Scarlet Letter (ou mais recentemente Captivity), projecto que está agora na fase de pós-produção.
Parece-me a mim, ao ler o resumo do que o filme nos vai trazer, que Mischa se atirou de cabeça para um papel que a meu ver, é muito maior do que ela. Se ela mal consegue fazer de Americana como é que vai conseguir passar por Russa?

O filme chama-se Finding t.A.T.u (quem é que nunca ouviu a música "All the things She Said"?) e Mischa vai ter de contracenar com Shantel VanSanten, que sempre representou pequenos papéis. As duas vão ter de nos fazer crer que estão apaixonadas uma pela outra. Se vale a pena esperar? Não sei, não.
No filme vamos poder contar ainda com a presença das vocalistas da banda, e ainda com Anton Yelchin, o miúdo do filme Alpha Dog.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Magia a chegar

A época do Thanksgiving dos Estados Unidos vai ser inundada por fantasia na medida em que há data marcada de exibição tanto para o já tão frequentemente citado Beowulf como para uma estreia da qual soube agora e que me inundou de expectativa, Mr. Magorium's Wonder Emporium. O pior é que se só tem estreia Americana na semana de 16 de Novembro, nem quero imaginar o tempo que vai demorar a chegar a Portugal. Com sorte ainda tem uma estreia mundial, mas sinceramente não me parece.

Zach Helm, o mesmo que escreveu o maravilhoso Stranger Than Fiction com Will Ferrell, traz-nos um conto de magia com a presença de Dustin Hoffman e Natalie Portman. Portman desempenha o papel de uma insegura e desconfortável responsável da loja de brinquedos mais estranha, mais fantástica e mais maravilhosa do mundo chamada Mr. Magorium's Wonder Emporium. Mas quando o dono da loja, o Mr. Magorium (Hoffman) cujos anos de vida rondam os 243, lhe oferece a gerência, coisas estranhas e negras começam a operar na até então memorável loja.

O plot não me parece ser assim tão grandioso, aliás faz mesmo lembrar o argumento de John August em Charlie and the Chocolate Factory, mas é a presença de Dustin Hoffman que me faz esperar tão genuínamente pela chegada deste filme fantástico. Até lá então, é esperar.

Fica o trailer!


quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Jumper só para 2008

O último trailer que vi online, ainda há segundos, encheu-me de expectativa. Jumper, chama-se o filme e chega às salas Americanas em príncipios de 2008 (Fevereiro para ser mais exacta), pela mão de Doug Liman, o mesmo que nos trouxe The Bourne Identity em 2002 e três anos depois Mr. and Mrs. Smith.
Encheu-me de expectativa na medida em que a ideia parece-me magnífica, com um plot engraçado e um argumento realmente criativo a meu ver (ao que me parece, quero sublinhar)pois o poder de teletransportação não é há muito pegado para cinema. Para além disso, a participação do jovem Anakin Skywalker (na verdade o actor que fez de Anakin em Star Wars, Hayden Christensen) que só nos apareceu no grande ecrã na forma de Jedi, à excepção de Shattered Glass de Billy Ray, de Life as a House de Irwin Winkler, e de um papel mais secundário em Factory Girl de George Hickenlooper, foi também um outro factor que me entregou então essa curiosidade, porque Christensen tem uma sede de representação que é boa de se ver. Ele vai subindo escadarias a cada novo papel.
Em Jumper é ele quem tem esse poder de se teletransportar, e devido a isso o poder de ter o mundo nas mãos onde milhas e quilómetros são desfeitos em pó num mero milésimo de segundo.
Mas ao que parece, este poder mesmo que ilimitado não oferece imunidade nem a quem o usa, nem ao ambiente ou a terceiros se não houver cuidado. Quando eles "saltam" deixam para trás o que pode ser chamado uma cicatriz de salto; é uma falha no tempo e no espaço que tem a aparência de fumo de um cigarro pendente no ar que pode eventualmente matar o que quer que entre em contacto com ele enquanto não se dissipa.
É aqui que Samuel L. Jackson entra em ligação com estes jumpers que até então parecem extraordinários aos nossos olhos, e introduz uma versão completamente inversa da história: os jumpers são nocivos e uma ameaça para a terra. Fazendo parte de uma antiga ordem, a sua missão é aniquilar esse grupo de super-heróis, enquanto estes são ainda novos e enquanto se encontram ainda numa fase inicial de conhecimento acerca dos seus poderes.

Deixo-vos o trailer!

sábado, 22 de setembro de 2007

Resident Evil: Extinction


Os zombies continuam a aparecer em cada beco e a nossa menina-mutante prestígio continua a salvar o mundo do mal. No entanto desta vez a vontade tem de ser outra, porque o desastre de Racoon City já ocorreu há demasiados anos, bem como a sua destruição, e o mal alastrou-se para lá das suas fronteiras. O mundo entrega-se à era do Apocalipse. A extinção está já em progresso. Mas aí, como se eu nem precisasse de dizer, Alice (Milla Jovovich) cai do céu com os seus saltos mortais e com a sua metralhadora de prata. Afinal é ela a protagonista dos Resident Evil, apesar de uma personagem com nome Alice nem sequer existir nos jogos que inspiraram a adaptação cinematográfica, e ela sabe que o rumo que o mundo está a levar é devido à sua própria atracção do mal e perseguição da empresa que ela tanto anseia destruir: Umbrella Corporation. Esta corporação dirigida por Albert Wesker (Jason O'Mara), sendo este sim uma personagem que tem bastante reputação nos video-jogos pelo seu carácter sinistro e papel de vilão supremo, e pelo cientista Doutor Issacs (Ian Glen), vai ser como em todos os outros filmes o alvo a abater, e a fonte de todo o mal.

Enquanto isso, ao mesmo tempo temos um cenário de um deserto de Nevada e de uma Las Vegas destruída, Carlos Olivera (Oded Fehr), L.J. (Mike Epps), e os novos sobreviventes que vão surgindo ao longo da longa-metragem K-Mart (Spencer Locke), Claire Redfield (Ali Larter) a redhair de imensa importância no jogo Code Veronica X, e que no entanto aqui é protagonizada pela actriz da série Heroes mas que nem apresenta o cabelo ruivo, e a enfermeira Betty (Ashanti) todos eles são levados a lutar para sobreviver à extinção contra os bandos de zombies esfomeados, corvos assassinos e outras criaturas que com a metamorfose do vírus-T se tornaram em criaturas de proporções e aparência desconhecidas.

Eu sou uma fã em profundidade dos jogos. Os filmes vi em parte por os Resident Evil da Capcom serem um dos melhores jogos já criados desde sempre. A primeira adaptação desiludiu-me bastante porque foi apenas uma adaptação do plot dos jogos, ou seja uma corporação que decide desenvolver uma experiência usando para isso todo o tipo de cobaias, desde cães a pessoas. Nesse contexto Alice entra como barreira à propagação do vírus que se tornou descontrolado por razões desconhecidas acabando por deixar o complexo à guarda destes esfomeados de sangue e carne. Não havia um decorrer e um desenrolar de história igual ao dos jogos, e isso fez-me baixar o olhar de desilusão. O segundo no entanto já havia muitas personagens presentes num dos jogos, entre eles Jill Valentine e o boss do jogo, o Nemesis, e a história era a mesma, ou bastante semelhante do Resident Evil: Nemesis para a primeira consola Playstation, e isso bastou para me fazer sorrir ao recordar muitos sítios, muitas salas e muitos dos acontecimentos que vivi ao jogar o jogo.

Este Resident Evil de Russell Mulcahy, por sua vez, não vai adoptar nenhum jogo em especial, mas acho que à exclusão de Alice e da enfermeira Nurse todas as outras personagens fazem a sua aparência em qualquer um dos jogos da Capcom, e por isso espero sinceramente que goste bastante desta última adaptação dos mestres de terror japonês. Eu espero, só me irrita que tenha de ser tanto.

sábado, 15 de setembro de 2007

December Boys

Parece ser acima de tudo uma verdadeira estreia de Radcliffe no grande ecrã, excluindo lá está fenómeno mirabolante do rapaz que sobreviveu de J.K.Rowling. Entre um filme recentemente estreado a nivel mundial do jovem Harry Potter, Harry Potter and the Order of Phoenix, e uma produção por vir da mesma série de filmes, Harry Potter and the Half-Blood Prince (a sexta adaptação do livro da autora), Radcliffe entrega-se ao compromisso de se demarcar mais do que um feiticeiro ao empenhar-se na adaptação do romace de Michael Noonan, December Boys.

Protagonizando Maps, Daniel Radcliffe, vai desempenhar o papel de um jovem orfão Australiano em finais dos anos 60, que abraça três amigos todos eles nascidos no mês de Dezembro. Deixando o orfanato os quatro amigos vêem-se a partilhar umas férias na costa Australiana, e cedo a ter de partilhar também os sentimentos de uma amizade eterna, mas deparando-se com tantos outros, como o da luta, o do egoísmo e da solidão. Quando os quatro ouvem um rumor de que o casal da casa para onde iriam viver essas pequenas férias estava a pensar adoptar um dos orfãos, iniciam um teste de amizade que se estende até ao limite dos limites e alianças que dificilmente serão corrompidas. Iniciam então a prova das suas vidas, quando o primeiro bocejo e sinal de uma vida em família se assola nas suas vidas, com tudo vão lutar para obterem o lugar.

O filme de Rod Hardy (Battlestar Galactica), com data de estreia marcada para os Estados Unidos ainda esta semana, está a ser ansiosamente aguardado por mim, que por um desejo qualquer sempre quis ler o romance de Noonan, mas que tendo dificuldade em o encontrar nas livrarias Portuguesas, houve a preguiça de perguntar à família se o teria ou não.
Mas acima de tudo é a falta de amor nos filmes que me faz ansiar por estes Rapazes de Dezembro, afinal todos os filmes que tenho visto ou se enchem de gargalhadas, ou de gritos, ou de balas e mais balas e explosões.

Quero amor, quero December Boys.